Olá, meus amigos.
Todos nós conhecemos a frase: “Imagem é Tudo”. Pois é, no mundo corporativo a imagem reflete quem você é, o que pretende e até onde pode chegar. Assim julgam os analistas e a primeira impressão é a que fica, citando mais um dito popular.
Sei que você está pensando em um certo exagero meu, mas vamos entender. Imagine o primeiro dia de aula. Uma pessoa se aproxima da mesa do professor, vestido de forma normal. Você acreditaria que aquele cidadão é o professor ou não passa de mais um trote? Mas, se esse mesmo cidadão se aproxima vestido de terno e gravata, você teria alguma dúvida? Para a maioria, não. Ele é o verdadeiro professor. Ou seja, você julgou seu cargo pela vestimenta, aspecto físico (jovem ou velho). Julgou pela capa do livro. Vamos entender o que é imagem no meio empresarial.
Imagem é a representação gráfica ou virtual de conceitos, crenças e objetivos que uma empresa deseja alcançar. A imagem corporativa ou institucional é a alma da empresa ou da escola. É um elemento que materializa todo um processo de gestão, marketing e comunicação, com base na missão e visão pré estabelecidos em busca do sucesso comercial.
Em marketing nos preocupamos como o publico alvo ou target nos enxerga (Posicionamento) e o condutor é a imagem, que é construída ao longo dos anos e desconstruída por alguns deslises gerenciais. A imagem espelha a alma da empresa, seu comprometimento com o social, com a qualidade, com a lisura e em atender da melhor forma as necessidades emergentes de seu target. Para que o target nos perceba positivamente temos que ser atraentes, simpáticos, eficientes, possuir qualidade, ou seja, as formas que o publico alvo espera que uma empresa seja, no atendimento de suas necessidades.
Para viabilizar a Percepção do Target as empresas investem em uma assinatura visual, ou comummente conhecida como Logomarca. A imagem física de fácil identificação do público que exemplifica toda a proposta e alma da empresa. Para tal é necessário alguns cuidados com as cores, tipografias, visual de páginas, uniformes, sinalização interna (Totens), disign gráfico do site...., alem de outros tipos de comunicação visual para manter a identidade da empresa viva e forte, assim ela será reconhecida em qualquer lugar do planeta.
Como um exemplo Mundial a cadeia de lanchonetes McDonalds. Não importa a localidade, sua padronização de cores, layout. Uniformes..., representam sua identidade, reconhecida por qualquer povo, graças ao trabalho midiático, claro.
As mesmas regras valem para sua imagem pessoal. Afinal, quem não é visto não é lembrado. Mas, vamos deixar o tema para uma outra oportunidade.
Sucesso a todos!
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Qual é o papel da escola?
É o preço do progresso. Já ouviram esta frese? Ela existe para justificar as perdas em detrimento aos avanços sociais, tecnológicos e mercadológicos. A cultura, os costumes, os dogmas, os velhos prédios históricos, a pracinha onde brincávamos na infância e tantos outros fatores que nos acostumamos a ver e usufruir dão lugar a uma nova construção ou forma de viver. Assim nossa sociedade sofreu grandes mudanças com a chegada da Globalização e sua quebra de paradigmas.
Uma das mais significativas ocorreu com a escola. Outrora um lugar onde se aprendia o B-A-Bá, hoje deu lugar ao depositário de crianças.
Pera aí, Larosa. Depositário de crianças! Ficou maluco!. Escola é importante e coisa séria. Ou você acha que não?
Calma, caro leitor! Explico. Quero dizer que para sobreviver no Varejo Educacional, onde um várias escolas ou instituições de ensino superior competem entre si em busca do maior número de alunos para mante-las vivas no mercado educacional.
No caso da velha escola, seu papel começou a cambiar quando os pais passaram a buscar mais espaço no mercado de trabalho. Em nome da empregabilidade e melhor condição de vida, a mulher passou a ocupar seu espaço e buscar a satisfação profissional. Com esse novo perfil do comportamento do consumidor qual é o novo papel da escola? Se resume em ensinar o B-A-Bá?
Não, caro leitor. Os pais matriculam seus filhos muito cedo nas creches ou pré-escolas e depositam nos ombros da instituição a obrigação de educar seus filhos, inclusive moralmente. No passado, no meu passado, os meus pais me ensinaram (pelo menos tentaram) os valores mais importantes para eles. Os dogmas religiosos, comportamento social ideal e noções de certo u errado. Hoje essa responsabilidade é passada para a escola, mesmo que inconscientemente, ara alguns pais. Ao matricular seu filho, cada pai deveria promover uma verdadeira auditoria na escola e buscar informações sobre sua visão de mundo, seus objetivos, missão pedagógica, a religião de seus dirigentes (assim evita-se o futuro conflito) e por ai vai.
Calma, Larosa. Sei que hoje tudo o que você está descrevendo é verdade, mas a escola ode se manter neutra no seu papel de educar.
Sim leitor, pode. Se a escola se manter fiel aos princípios norteadores do início do Século passado ela corre um sério risco de perder seus alunos/clientes. Já que essa mesma escola não pretende assumir a educação moral e de valores dos filhos dos cliente, o concorrente direto está disposto a recebe-los de braços abertos, atendendo assim a necessidade emergente social.
Chegamos a uma encruzilhada para os Gestores Educacionais. Como manter as tradições e neutralidade sem perder alunos? A escola deve deixar de lado sua cultura interna de anos para entrar de vez no Varejo Educacional e manter suas portas abertas? Como educar para a vida sem envolver os valores que norteiam o pensamento da instituição?
Afinal, qual é o verdadeiro papel da escola?
A resposta está com vocês, leitores.
Uma das mais significativas ocorreu com a escola. Outrora um lugar onde se aprendia o B-A-Bá, hoje deu lugar ao depositário de crianças.
Pera aí, Larosa. Depositário de crianças! Ficou maluco!. Escola é importante e coisa séria. Ou você acha que não?
Calma, caro leitor! Explico. Quero dizer que para sobreviver no Varejo Educacional, onde um várias escolas ou instituições de ensino superior competem entre si em busca do maior número de alunos para mante-las vivas no mercado educacional.
No caso da velha escola, seu papel começou a cambiar quando os pais passaram a buscar mais espaço no mercado de trabalho. Em nome da empregabilidade e melhor condição de vida, a mulher passou a ocupar seu espaço e buscar a satisfação profissional. Com esse novo perfil do comportamento do consumidor qual é o novo papel da escola? Se resume em ensinar o B-A-Bá?
Não, caro leitor. Os pais matriculam seus filhos muito cedo nas creches ou pré-escolas e depositam nos ombros da instituição a obrigação de educar seus filhos, inclusive moralmente. No passado, no meu passado, os meus pais me ensinaram (pelo menos tentaram) os valores mais importantes para eles. Os dogmas religiosos, comportamento social ideal e noções de certo u errado. Hoje essa responsabilidade é passada para a escola, mesmo que inconscientemente, ara alguns pais. Ao matricular seu filho, cada pai deveria promover uma verdadeira auditoria na escola e buscar informações sobre sua visão de mundo, seus objetivos, missão pedagógica, a religião de seus dirigentes (assim evita-se o futuro conflito) e por ai vai.
Calma, Larosa. Sei que hoje tudo o que você está descrevendo é verdade, mas a escola ode se manter neutra no seu papel de educar.
Sim leitor, pode. Se a escola se manter fiel aos princípios norteadores do início do Século passado ela corre um sério risco de perder seus alunos/clientes. Já que essa mesma escola não pretende assumir a educação moral e de valores dos filhos dos cliente, o concorrente direto está disposto a recebe-los de braços abertos, atendendo assim a necessidade emergente social.
Chegamos a uma encruzilhada para os Gestores Educacionais. Como manter as tradições e neutralidade sem perder alunos? A escola deve deixar de lado sua cultura interna de anos para entrar de vez no Varejo Educacional e manter suas portas abertas? Como educar para a vida sem envolver os valores que norteiam o pensamento da instituição?
Afinal, qual é o verdadeiro papel da escola?
A resposta está com vocês, leitores.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
PONTO DE CONFORTO
Olá, meus amigos. A gestão educacional está em pauta no curso de pós-graduação em Gestão Educacional do SENAC-RIO. Esta semana discutimos o papel da instituição de ensino frente as mudanças sócio-econômicas que afetam diretamente aos jovens.
Os jovens acompanham as mudanças sociais e principalmente as tecnológicas, mesmo sem questionar se serão boas ou não. Cabe a escola estar atenta e antenada para trazer a critica global a sala de aula e fazer com que os jovens parem para, ao menos, refletirem.
Mas, se essa mesma escola continuam pregando velhos ensinamentos, o educando a rejeita e continua seu caminho de alienação, tornando-se mero repetidor de modismos introduzidos motivados por interesses econômicos que ele adquiri, ali, na internet.
A escola que não evolui, pois pretende se manter tradicional, pelo menos que acompanhe de perto as mudanças. Caso contrário seus docentes, em seu ponto de conforto, pregam o mesmo conceitos velhos e pouco atraentes todos os anos, sem adapta-los a realidade, pois comodamente seguem o programa.
Então, cabe a direção da instituição mudar o “programa de aula” e quem sabe os professores acomodados, ao menos, passem a seguir o novo planejamento.
Não acredito em pessoas, principalmente professores, acomodados. Vejo que a instituição engessada os leva a isso. O exemplo sempre vem de cima, em uma comunicação vertical, do estilo: eu mando e você obedece. Então, que seja!
A direção ou gestão institucional que dite as normas anualmente que seus docentes a seguiram. Mas, para que os professores tenham o desempenho esperado, que promovam investimentos nas condições de oferta de ensino. Caso contrário, podem criar um novo ponto de conforto todos os anos.
Os jovens acompanham as mudanças sociais e principalmente as tecnológicas, mesmo sem questionar se serão boas ou não. Cabe a escola estar atenta e antenada para trazer a critica global a sala de aula e fazer com que os jovens parem para, ao menos, refletirem.
Mas, se essa mesma escola continuam pregando velhos ensinamentos, o educando a rejeita e continua seu caminho de alienação, tornando-se mero repetidor de modismos introduzidos motivados por interesses econômicos que ele adquiri, ali, na internet.
A escola que não evolui, pois pretende se manter tradicional, pelo menos que acompanhe de perto as mudanças. Caso contrário seus docentes, em seu ponto de conforto, pregam o mesmo conceitos velhos e pouco atraentes todos os anos, sem adapta-los a realidade, pois comodamente seguem o programa.
Então, cabe a direção da instituição mudar o “programa de aula” e quem sabe os professores acomodados, ao menos, passem a seguir o novo planejamento.
Não acredito em pessoas, principalmente professores, acomodados. Vejo que a instituição engessada os leva a isso. O exemplo sempre vem de cima, em uma comunicação vertical, do estilo: eu mando e você obedece. Então, que seja!
A direção ou gestão institucional que dite as normas anualmente que seus docentes a seguiram. Mas, para que os professores tenham o desempenho esperado, que promovam investimentos nas condições de oferta de ensino. Caso contrário, podem criar um novo ponto de conforto todos os anos.
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