No curso de Gestão de Varejo do SENAC-RIO levantei a seguinte questão para discussão da semana: O evento sazonal Copa do Mundo e a venda de produtos relacionados.
No ciclo de vida do varejo passamos pelo processo de compra (variedade de produtos em diferentes fornecedores), o primeiro passo para o negócio. Mas, é importante ter em mente o que vender, para quem vender, onde vender, como vender e de que forma vou manter os produtos armazenados. O varejista deve ter o cuidado com os seguintes pontos: seleção, armazenamento e risco do produto. Procuramos selecionar um ou mais produtos visando clientes em potencial, ou seja, projetar que determinado produto(s) terá uma grande procura devido ao modismo ou evento sazonal.
Hoje vimemos a expectativa da Copa do Munda da África do Sul. O comércio varejista pré-supõe que produtos relacionados com o evento serão consumidos rapidamente: camisas do Brasil (oficiais e piratas), cornetas, enfeites em verde e amarelo....., ou seja, existe toda uma expectativa de venda em grande escala até a primeira rodada da Copa, pelo menos. Assim o varejista estoca os produtos, devidamente protegidos ou não muito bem acondicionados, em um numero muitas vezes excessivo, contando em atender o cliente e até criar algum tipo de promoção.
Cabe ao varejista estimar seu público ou buscar informações sobre as vendas em época de Copa do Mundo. Conversar com outros varejistas (pode ser de outra praça), estudar a concorrência, afinal ele não será o único a comercializar esse tipo de produto(s), e definir com segurança que tipo de produto(s) poderá ter uma maior procura. Nem tudo que está relacionado com a Copa terá venda garantida. Feito isso, o varejista tem uma outra preocupação, o risco do ciclo de vida do produto(s) comercializado por ele. Pode ocorrer uma estocagem de forma errada (local não é próprio para determinado produto), fatores climáticos inesperados e até a eliminação precoce da Seleção Brasileira na primeira fase da Copa, o que seria uma garantia de encalhe do produto(s).
O varejista não deve agir por impulso e sim com a razão. Buscar a pesquisa sobre eventos anteriores e só assim poderá buscar o produto mais adequado a sua logística e de menor risco de obsolência.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
segunda-feira, 3 de maio de 2010
A flexibilidade da educação
No meio acadêmico, e fora dele, se discute a eficiência do ensino presencial diante do método a distância. Não vamos discutir se “A é melhor que B”. Na evolução natural da educação o ensino a distância é mais uma forma de educar e ensinar que atende a um determinado tipo de público, os sem tempo. Os conteúdos programáticos básicos são regulamentados pelo Ministério da Educação (MEC) para todo o território Nacional (nos cursos de graduação), assim o indivíduo pode escolher que modalidade melhor lhe atende com toda a segurança. Não existe essa história de que a EAD veio substituir o presencial. Não! Toda e qualquer modalidade de ensino deve ser disponibilizada para flexibilizar o cotidiano dos educandos, que buscam conciliar seus estudos as exigências do mercado de trabalho. A educação é continuada e a qualificação profissional uma realidade para o sucesso na carreira. Como estudar se não tenho tempo? A resposta pode ser a EAD.
A Educação a Distância é uma modalidade de ensino bem adequada ao novo perfil do homem do século 21. A EAD engloba os avanços tecnológicos e os multimeios a serviço da formação profissional e social do indivíduo. Diante de tecnologias 3G, interatividades, networks entre outros, os jovens e profissionais liberais cada vez mais buscam essa modalidade de ensino como forma de melhor aproveitar o pouco tempo disponível para a busca da qualificação profissional.
A EAD proporciona algumas vantagens, em relação a modalidade presencial, como a maior penetração junto ao público alvo, o custo e o benefício mais favorável por estudante, flexibilidade na aprendizagem e direcionamento dos conceitos específicos, mais próximo ao interesse do educando. Não se trata de uma modalidade de ensino personalizada para diferentes segmentos, mais permite ao aluno escolher a hora, a forma e o momento que desejar para cumprir suas atividades acadêmicas. O Ambiente Virtual de Aprendizagem (plataforma de ensino), como é conhecida a sala de aula, se desenvolve em um ambiente interativo onde tutores (professores qualificados em EAD) trocam experiências, promovem debates (fóruns), ministram o conteúdo programático, acompanham o desenvolvimento do aluno e as atividades de avaliação, e ainda sobra um tempinho para conversar pelo chat. Acompanhe.
Pontos importantes do Ensino a Distância
Penetração: É possível atingir mais pessoas, principalmente em áreas mais distantes, onde o deslocamento inviabiliza a inscrição ou continuação do curso de longa duração. Podemos direcionar determinada qualificação para logradouros que necessitam de mão-de-obra especializada, sem sair de casa. Ou atender empresar em treinamentos ou qualificação de seus funcionários.
Docentes mais qualificados: O professor de sala de aula deve passar por um processo de reciclagem digital para que possa dominar os recursos oferecidos pela plataforma de ensino e tirar dela o melhor para o desenvolvimento de seus alunos. Aprender a interagir de forma individualizada com seu educando. Reaprender a utilizar seu tempo/espaço em uma sala de aula virtual. Aprender a aprender é o cotidiano das pessoas que escolheram a educação como profissão. São sujeitos em constante renovação. O ponto mais forte dos curso em EAD, segundo pesquisa com alunos em curso do Senac-RJ.
Ensino mais flexível: Possibilita ao educando determinar o momento de estudar. Gerenciar o tempo é uma novidade para grande parte das pessoas nos dias de hoje, mas a necessidade de qualificação e uma melhor colocação no mercado de trabalho obriga o indivíduo a gerenciar melhor seu tempo para que possa buscar o conhecimento necessário. Se o aluno dispor de 30 minutos do seu tempo, como às 23h30, quatro vezes na semana, ele será capaz de ler, buscar, interagir e promover suas atividades de avaliação em casa ou em qualquer outro lugar, desde que esteja disposto e motivado. Sem deslocamentos pelos engarrafamentos das grandes cidades ou matar aula na sexta-feira para um chopinho com os amigos. Via internet (plataforma de ensino, TV na WEB, vídeo conferência, CD-RUM, banco de dados, bibliotecas virtuais, .....) o sujeito que aprende possui uma série de textos com links para outras janelas de conhecimento espalhadas pelo espaço virtual 24 horas por dia. Pode ser nos intervalos do trabalho, na volta para casa em seu aparelho celular, durante uma viagem, entre outras. O educando não pode por a culpa na alta de tempo.
Ensino mais pessoal: Partimos da seguinte afirmativa: um individuo não é igual ao outro, muito menos aprende da mesma forma. Em educação presencial tentamos ensinar o conteúdo para todos os presentes na sala de aula, mas poucos se limitam a perguntar ou tirar dúvidas, temendo por um erro seguido de gargalhadas do colegas. Temos também os introvertidos e os que possuem alguma dificuldade de aprendizagem. No ensino a distância a interação tutor / educando é individualizada, sem barreiras, sem gargalhadas e as dificuldades são esclarecidas em tempo real. O aluno promove as leituras propostas e as atividades de avaliação tutoriado pelo professor.
Ensino e interatividade: Sabemos que a aprendizagem também é uma troca de experiências e conteúdos, assim no ensino a distância os educandos participam de fóruns, onde os pensamentos críticos sobre determinado tema estudado e disponibilizado. Todos os que concordam ou não com seu pensamento participam deixando uma outra critica ou pensamento construtivo sobre o fato. Os demais alunos podem promover debates sobe um tema do cotidiano, lincado ao tema proposto no conteúdo programático da semana, por exemplo. O bate-papo virtual é possível no Ambiente de Aprendizagem Virtual. Alunos logados trocam informações ou simplesmente conversam sobre o cotidiano nos chats.
Custos e seus benefícios: Diferente do quadro negro e do giz, é necessário um suporte técnico de qualidade para que a satisfação do educando agregue valor ao curso ministrado. Um cliente satisfeito indica para outro cliente. Essa é uma das maiores verdades de mercado e não podemos deixar de lado. Mas, o investimento em tecnologia, treinamento de professores e desenvolvimento da plataforma de ensino se paga ao longo do tempo. O custo inicial de desenvolvimento do projeto pode ser rateado pelos diferentes cursos ou turmas ao longo do processo. Um curso em EAD bem planejado e estruturado, além do suporte tecnológico, pode ser oferecido várias vezes sem que isso afete o custo de desenvolvimento do projeto. Gestores educacionais buscam otimizar seus custos em instituições de ensino, sejam de nível médio ou universitário. Sabemos que o maior inimigo é a evasão. Turmas de graduação chegam aos últimos períodos com um número reduzido de alunos, o que inviabiliza o custo de uma turma aberta gastando luz, salario de professor, manutenção de equipamentos de ensino, limpeza.....ufa, sem que exista um mínimo da educandos para custeá-la. Prejuízo. Se em cada unidade ou campus existem turmas deficitárias, então como englobar todos esses alunos para que formem uma turma com pelo menos 20 alunos por disciplina? Através da EAD, isso é possível. Assim como manter um curso de especialização ou qualificação profissional em todo o Brasil, sem sair de sua cidade.
Lembre-se, no ensino a distância o cliente escolhe como e guando estudar. Se vai ser em casa, no trabalho ou na praia, não importa. As instituições de ensino disponibilizam as ferramentas e conteúdos que facilitem a aprendizagem. Cabe ao educando ter disciplina para estudar e trabalhar, organizar seu tempo para evitar o acumulo de atividades, manter-se no ambiente familiar ou profissional, procurar interagir e trocar suas experiencias de aprendizagem com os demais colegas de classe. Sendo um custo por cada aluno bem menor que na modalidade presencial. Sem salas, prédios, estacionamentos, flanelinhas......Pense nisso. Pensa na flexibilidade da educação.
A educação deve se multiplicar em modalidades, quem ganha é a sociedade.
Prof. Ms. Marco Larosa
Especialista em EAD.
A Educação a Distância é uma modalidade de ensino bem adequada ao novo perfil do homem do século 21. A EAD engloba os avanços tecnológicos e os multimeios a serviço da formação profissional e social do indivíduo. Diante de tecnologias 3G, interatividades, networks entre outros, os jovens e profissionais liberais cada vez mais buscam essa modalidade de ensino como forma de melhor aproveitar o pouco tempo disponível para a busca da qualificação profissional.
A EAD proporciona algumas vantagens, em relação a modalidade presencial, como a maior penetração junto ao público alvo, o custo e o benefício mais favorável por estudante, flexibilidade na aprendizagem e direcionamento dos conceitos específicos, mais próximo ao interesse do educando. Não se trata de uma modalidade de ensino personalizada para diferentes segmentos, mais permite ao aluno escolher a hora, a forma e o momento que desejar para cumprir suas atividades acadêmicas. O Ambiente Virtual de Aprendizagem (plataforma de ensino), como é conhecida a sala de aula, se desenvolve em um ambiente interativo onde tutores (professores qualificados em EAD) trocam experiências, promovem debates (fóruns), ministram o conteúdo programático, acompanham o desenvolvimento do aluno e as atividades de avaliação, e ainda sobra um tempinho para conversar pelo chat. Acompanhe.
Pontos importantes do Ensino a Distância
Penetração: É possível atingir mais pessoas, principalmente em áreas mais distantes, onde o deslocamento inviabiliza a inscrição ou continuação do curso de longa duração. Podemos direcionar determinada qualificação para logradouros que necessitam de mão-de-obra especializada, sem sair de casa. Ou atender empresar em treinamentos ou qualificação de seus funcionários.
Docentes mais qualificados: O professor de sala de aula deve passar por um processo de reciclagem digital para que possa dominar os recursos oferecidos pela plataforma de ensino e tirar dela o melhor para o desenvolvimento de seus alunos. Aprender a interagir de forma individualizada com seu educando. Reaprender a utilizar seu tempo/espaço em uma sala de aula virtual. Aprender a aprender é o cotidiano das pessoas que escolheram a educação como profissão. São sujeitos em constante renovação. O ponto mais forte dos curso em EAD, segundo pesquisa com alunos em curso do Senac-RJ.
Ensino mais flexível: Possibilita ao educando determinar o momento de estudar. Gerenciar o tempo é uma novidade para grande parte das pessoas nos dias de hoje, mas a necessidade de qualificação e uma melhor colocação no mercado de trabalho obriga o indivíduo a gerenciar melhor seu tempo para que possa buscar o conhecimento necessário. Se o aluno dispor de 30 minutos do seu tempo, como às 23h30, quatro vezes na semana, ele será capaz de ler, buscar, interagir e promover suas atividades de avaliação em casa ou em qualquer outro lugar, desde que esteja disposto e motivado. Sem deslocamentos pelos engarrafamentos das grandes cidades ou matar aula na sexta-feira para um chopinho com os amigos. Via internet (plataforma de ensino, TV na WEB, vídeo conferência, CD-RUM, banco de dados, bibliotecas virtuais, .....) o sujeito que aprende possui uma série de textos com links para outras janelas de conhecimento espalhadas pelo espaço virtual 24 horas por dia. Pode ser nos intervalos do trabalho, na volta para casa em seu aparelho celular, durante uma viagem, entre outras. O educando não pode por a culpa na alta de tempo.
Ensino mais pessoal: Partimos da seguinte afirmativa: um individuo não é igual ao outro, muito menos aprende da mesma forma. Em educação presencial tentamos ensinar o conteúdo para todos os presentes na sala de aula, mas poucos se limitam a perguntar ou tirar dúvidas, temendo por um erro seguido de gargalhadas do colegas. Temos também os introvertidos e os que possuem alguma dificuldade de aprendizagem. No ensino a distância a interação tutor / educando é individualizada, sem barreiras, sem gargalhadas e as dificuldades são esclarecidas em tempo real. O aluno promove as leituras propostas e as atividades de avaliação tutoriado pelo professor.
Ensino e interatividade: Sabemos que a aprendizagem também é uma troca de experiências e conteúdos, assim no ensino a distância os educandos participam de fóruns, onde os pensamentos críticos sobre determinado tema estudado e disponibilizado. Todos os que concordam ou não com seu pensamento participam deixando uma outra critica ou pensamento construtivo sobre o fato. Os demais alunos podem promover debates sobe um tema do cotidiano, lincado ao tema proposto no conteúdo programático da semana, por exemplo. O bate-papo virtual é possível no Ambiente de Aprendizagem Virtual. Alunos logados trocam informações ou simplesmente conversam sobre o cotidiano nos chats.
Custos e seus benefícios: Diferente do quadro negro e do giz, é necessário um suporte técnico de qualidade para que a satisfação do educando agregue valor ao curso ministrado. Um cliente satisfeito indica para outro cliente. Essa é uma das maiores verdades de mercado e não podemos deixar de lado. Mas, o investimento em tecnologia, treinamento de professores e desenvolvimento da plataforma de ensino se paga ao longo do tempo. O custo inicial de desenvolvimento do projeto pode ser rateado pelos diferentes cursos ou turmas ao longo do processo. Um curso em EAD bem planejado e estruturado, além do suporte tecnológico, pode ser oferecido várias vezes sem que isso afete o custo de desenvolvimento do projeto. Gestores educacionais buscam otimizar seus custos em instituições de ensino, sejam de nível médio ou universitário. Sabemos que o maior inimigo é a evasão. Turmas de graduação chegam aos últimos períodos com um número reduzido de alunos, o que inviabiliza o custo de uma turma aberta gastando luz, salario de professor, manutenção de equipamentos de ensino, limpeza.....ufa, sem que exista um mínimo da educandos para custeá-la. Prejuízo. Se em cada unidade ou campus existem turmas deficitárias, então como englobar todos esses alunos para que formem uma turma com pelo menos 20 alunos por disciplina? Através da EAD, isso é possível. Assim como manter um curso de especialização ou qualificação profissional em todo o Brasil, sem sair de sua cidade.
Lembre-se, no ensino a distância o cliente escolhe como e guando estudar. Se vai ser em casa, no trabalho ou na praia, não importa. As instituições de ensino disponibilizam as ferramentas e conteúdos que facilitem a aprendizagem. Cabe ao educando ter disciplina para estudar e trabalhar, organizar seu tempo para evitar o acumulo de atividades, manter-se no ambiente familiar ou profissional, procurar interagir e trocar suas experiencias de aprendizagem com os demais colegas de classe. Sendo um custo por cada aluno bem menor que na modalidade presencial. Sem salas, prédios, estacionamentos, flanelinhas......Pense nisso. Pensa na flexibilidade da educação.
A educação deve se multiplicar em modalidades, quem ganha é a sociedade.
Prof. Ms. Marco Larosa
Especialista em EAD.
sábado, 27 de março de 2010
Quem será o próximo culpado?
Olá, caro torcedor. Ontem ouvi de um amigo muito ligado ao Vasco da Gama que confidenciou o seguinte: os jogadores é que derrubaram o técnico Mancini. Não todos, mas um grupo influente.
Verdade ou intriga? Não quero acreditar que em pleno Século 21 ainda exista esse tipo de prática amadora e nada comercial por parte de jogadores de futebol. Sei que a grande maioria não tem o “alcance” suficiente para entender o que essa prática significa negativamente, mas seus empresários sim, sabem e muito como pode repercutir um arranhão na marca de seus produtos, ou seja, os jogadores. Como exemplo vamos relembrar o estudo de casos de David Beckham, o astro do futebol inglês. Beckham atua mais com o Marketing Pessoal do que com a bola nos pés, onde sua imagem vende qualquer coisa, do tipo de corte no cabelo, roupas de marca, brincos, tênis e a camisa do clube que defende. Quem consome as réplicas das camisas do Milan, Arcenal, Real Madri, Ibis...., acaba por ter uma satisfação acrescida. A satisfação do público-alvo depende diretamente do desempenho de Beckhan em campo e fora dele, sempre com belas mulheres, em locais finos e glamouroso. A expectativa no torcedor, por sua vez, é construída a partir de experiências anteriores e da reputação do atleta ou clube, conquistas de títulos e participação diária no noticiário. Ou seja, o cliente ficará satisfeito se o desempenho alcançar suas expectativas, e insatisfeito se não alcançar. Um cliente encantado, vale dez vezes mais para a empresa ou clube de futebol do que um cliente apenas satisfeito, isso porque os altamente satisfeitos são muito menos propensos a mudar para a concorrência quando parece surgir oferta melhor.
Essa resumida explicação mercadológica nos leva a pensar que se um grupo de jogadores atua de forma “tímida” para que o técnico seja demitido, devido aos resultados negativos, isso significa redução da satisfação do torcedor do Vasco, que deixa de comprar a nova camisa com a Cruz, tipo Cavaleiros Templários, deixa de ir aos jogos e não adquire o carne de sócio torcedor. Já imaginaram o prejuízo da marca Vasco da Gama, do patrocinador e da empresa de material esportivo com tal atitude? Você torcedor, pagaria R$ 50 para assistir um time que não joga nada? Compraria o pacote de TV a cabo com os jogos? Claro que não. E quem perde com tudo isso, a marca Vasco da Gama. Todo o trabalho de construção da satisfação com a campanha “ O Sentimento não pode Parar”, foi jogada morro abaixo com as fracas atuações da equipe na Taça Guanabara e Taça Rio. Vem ai o Campeonato Brasileiro e de forma que está, o time da Colina vai brigar para não ser rebaixado. E ainda querem culpar o Vágner Mancini? Quem será o próximo culpado?
Verdade ou intriga? Não quero acreditar que em pleno Século 21 ainda exista esse tipo de prática amadora e nada comercial por parte de jogadores de futebol. Sei que a grande maioria não tem o “alcance” suficiente para entender o que essa prática significa negativamente, mas seus empresários sim, sabem e muito como pode repercutir um arranhão na marca de seus produtos, ou seja, os jogadores. Como exemplo vamos relembrar o estudo de casos de David Beckham, o astro do futebol inglês. Beckham atua mais com o Marketing Pessoal do que com a bola nos pés, onde sua imagem vende qualquer coisa, do tipo de corte no cabelo, roupas de marca, brincos, tênis e a camisa do clube que defende. Quem consome as réplicas das camisas do Milan, Arcenal, Real Madri, Ibis...., acaba por ter uma satisfação acrescida. A satisfação do público-alvo depende diretamente do desempenho de Beckhan em campo e fora dele, sempre com belas mulheres, em locais finos e glamouroso. A expectativa no torcedor, por sua vez, é construída a partir de experiências anteriores e da reputação do atleta ou clube, conquistas de títulos e participação diária no noticiário. Ou seja, o cliente ficará satisfeito se o desempenho alcançar suas expectativas, e insatisfeito se não alcançar. Um cliente encantado, vale dez vezes mais para a empresa ou clube de futebol do que um cliente apenas satisfeito, isso porque os altamente satisfeitos são muito menos propensos a mudar para a concorrência quando parece surgir oferta melhor.
Essa resumida explicação mercadológica nos leva a pensar que se um grupo de jogadores atua de forma “tímida” para que o técnico seja demitido, devido aos resultados negativos, isso significa redução da satisfação do torcedor do Vasco, que deixa de comprar a nova camisa com a Cruz, tipo Cavaleiros Templários, deixa de ir aos jogos e não adquire o carne de sócio torcedor. Já imaginaram o prejuízo da marca Vasco da Gama, do patrocinador e da empresa de material esportivo com tal atitude? Você torcedor, pagaria R$ 50 para assistir um time que não joga nada? Compraria o pacote de TV a cabo com os jogos? Claro que não. E quem perde com tudo isso, a marca Vasco da Gama. Todo o trabalho de construção da satisfação com a campanha “ O Sentimento não pode Parar”, foi jogada morro abaixo com as fracas atuações da equipe na Taça Guanabara e Taça Rio. Vem ai o Campeonato Brasileiro e de forma que está, o time da Colina vai brigar para não ser rebaixado. E ainda querem culpar o Vágner Mancini? Quem será o próximo culpado?
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