sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Marketing para todos e até para escolas, ou não?

Fim das férias e de volta com força total em 2011. Como não sou politicamente correto, sim deixei de lado o teclado e troquei pela areia quente. Não sou um "tarado" tecnológico. Férias, são férias, "cara pálida".

Ano novo e um mercado aquecido em busca de talentos. Ano que acredito que será de sucesso, mas para aqueles que estiverem bem preparados para a nova demanda de empregabilidade do mercado.

Demanda ou novo cenário mercadológico que atinge também as instituições de ensino, privada ou pública, que não podem ficar a margem da gestão global, onde todos os dados e informações acadêmicas são necessários para a formação do briefing, base de todas as campanhas e ações gestoras. É difícil de acreditar, e até admitir, que um estabelecimento que cultua o conhecimento renegue o outro conhecimento que o marketing e a comunicação agregam, somando-se as "forças" que movem o empreendimento educacional.

Não é mais possível permanecer desconectado da realidade dos fatos, do tempo real e dos olhos atentos de um público consumidor avido de informações, para ai então, tomar sua decisão sobre matricular ou não seu filho em determinado estabelecimento educacional/comercial. Nichos de mercado se formam a cada instante em todo o planeta, afinal, quanto mais conhecimento é disponibilizado, mais exigente se torna o consumidor. Para atende-lo as empresas necessitam de cabeças pensantes para criar novos produtos e serviços capazes de satisfazer plenamente os consumidores. Para que aconteça, as instituições de ensino deve parar, pensar e deixarem de lado a educação pautada no Século XX. As profissões cambiaram e novas surgiram, mas o ensino universitário não acompanhou, tanto nas estrutura das condições de oferta de ensino, quanto no conteúdo programático de seus cursos. Como não há mudanças acadêmicas, as empresas continuam buscando fora do país gente com competência para ocupar os postos de trabalho. Bem-vindo a Roda do Consumerismo.

O marketing é para todos! Pessoas, empresas, clubes de futebol - veja o Ronaldinho gaúcho no Flamengo, e por que não nas escolas e universidades?

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Líder X Chefe

Líder e Chefe são as mesmas pessoas em uma organização ou instituição de ensino? É o que estamos discutindo no Fórum da turma de Pós-graduação em Gestão de Varejo do SENAC-RIO.

Vamos lembrar um detalhe importante na questão das relações humanas em uma empresa ou instituição de ensino. Na hierarquia o diretor, chefe ou coordenador ocupa um cargo de comando das ações lógicas traçadas pelos gestores e profissionais de marketing. Ao planejar uma ação o gestor escolhe um profissional que melhor desempenhará a realização das ações propostas. Não é a pessoa amiga ou bonitinha que assume a função. No seu Perfil consta competência, experiência, capacidade de comando, poder de persuasão..., entre outros atributos, nem sempre bem vistos pelos comandados.

Possuir o comando das ações não significa que você é um líder. Os comandados obedecem, muitas das vezes, por imposição do cargo e não pela liderança que o chefe ou coordenador exerce.

Liderança é o processo de conduzir um grupo de pessoas, transformando-o numa equipe que gera resultados. É a habilidade de motivar e influenciar os liderados, de forma ética e positiva, para que contribuam voluntariamente e com entusiasmo para alcançarem os objetivos da equipe e da empresa ou instituição. (conceito clássico)

Chefia é aquela pessoa encarregada por uma tarefa ou atividade de uma organização e que, para tal, comanda um grupo de pessoas, tendo autoridade de mandar e exigir obediência. Chefia e liderança se parecem, como as cores, mas existem diferenças que fazem a diferença nas organizações.

A liderança é espontânea. Alguns gestores acreditam que não é possível formar um líder, o que é verdade. Você pode possuir o conhecimento, as técnicas e as estratégias de persuasão, mas sem o carisma, educação, sensibilidade social, percepção apurada e coragem de se expor pelo grupo, você continuará um chefe e não um líder.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Entendes mesmo de Comunicação?

Você sabe se comunicar? As pessoas entendem claramente o que você quer? Sua comunicação é motivadora? Você sabe como chegar ao seu público-alvo? A comunicação interna na empresa ou instituição de ensino que trabalhas é clara e objetiva?
Acredite, quanto mais avançamos tecnologicamente - mais veículos de difusão da informação – menos se sabe como atingir os diferentes públicos de forma clara e eficiente. Parece que os gestores esqueceram da importância estratégica de um profissional de comunicação gerenciando a informação interna e externa. Nomeiam um profissional de Marketing, que acumula as funções e os ruídos continuam ocorrendo.
A Comunicação Empresarial, em muitos casos, são gerenciados por pessoas que nada entendem de comunicação. Nós sabemos que “achismos” não fazem parte de uma estrutura séria que busca o sucesso. Vamos entender?
Cabe ao comunicador, e não é o da televisão, construir o Briefing (conjunto de informações) que será a base do planejamento estratégico do Marketing e o embrião da plataforma gestora da empresa ou instituição de ensino. Assim, todas as pesquisas serão organizadas e aplicadas por este profissional que saberá filtrar o que realmente interessa para a empresa, as necessidades emergentes, o movimento dos concorrentes, os novos nichos de mercado que podem ser explorados.... Mapear as redes sociais e detectar como os internautas nos percebem, o que escrevem de forma positiva ou não e conversar com o internauta, lembre-se hoje com a velocidade da informação nada pode ficar sem resposta.
Internamente esse profissional mede o grau de satisfação ou insatisfação dos funcionários. Avalia a eficiência dos veículos de comunicação utilizados pela empresa ou você acredita que mandar um e-mail resolve qualquer questão? Também mapeamos o ciclo de vida da imagem institucional, seus pontos fortes e fracos...., entre tantos outros atributos chegamos a Gestão de Conflitos, muitos causados por uma comunicação errada ou nada eficiente.
A comunicação entre um casal (interpessoal), por exemplo, já não é uma tarefa das mais fáceis, imagine comunicar-se diariamente com dezenas de diferentes pessoas.
Cada pessoa é diferente da outra e a sensibilidade do comunicador é fundamental para detectar angustias, necessidades, insatisfações, autoestima baixa.... Um boa conversa, saber ouvir mais do que falar, se despir dos seus conceitos para entender o conceitos do outro e saber exatamente a forma como se fala com alguém são desenvolvidos em anos de estudos em um curso de Comunicação Social. A comunicação é um estudo acadêmico e o fato de você se relacionar bem com todos não faz de você um comunicador.
E agora o que você me diz: Entendes mesmo de Comunicação?