A educação depende de nós, professores interessados. Quem formarão, inicialmente, um pequeno grupo de alunos interessados. Esses mesmos alunos seguiram passando os níveis educacionais se tornando profissionais competentes e conscientes da realidade vigente em nossa sociedade. Se um deles chegar a um cargo de secretário estatal ou ministro da educação, acredito que seu pensamento em melhorar a educação será o seu Norte. Pois ele entendeu que o esforço de seus professores interessados possibilitara sua chegada ao topo da carreira profissional que escolheu. Esse ex-aluno interessado, hoje, é um gestor interessado. Uma pessoa comprometida em melhorar e qualificar o ensino no Brasil.
Utilizei um exemplo de educador, mas poderia ser um médico, um comunicador, um advogado, engenheiro....., não importa. Não acredito em governantes, mas acredito em formar uma geração de pessoas com capacidade de cambiar a realidade para melhor. Acredito nas pessoas e devemos apostar nas gerações futuras, afinal, um dito popular diz que: Pau que nasce torto, vai torto até o final. Então o que esperar dos que estão aí no poder? Nada!
O quadro educacional vai mudar para melhor? Sim, mas se você espera que alguém faça por nós, não. Vamos tomar em nossas mãos e fazer a diferença, formando futuros gestores competentes e com capacidade de fazer a diferença, como nós fizemos um dia para tatos alunos.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
VAIS ENCONTRAR O MUNDO
A leitura de O Ateneu, de Raul Pompéia, compreendi a missão do professor tutor. Adaptando o texto a realidade educacional da EAD – Ensino a Distância, lembro do momento onde aluno e tutor compartilham informações e conhecimentos em busca da realização de um sonho profissional e de vida para o educando. Quando o tutor abre as portas da primeira discussão geral e do boas-vindas, seria como ele disse-se ao aluno: “Vais encontrar o mundo, disse-me meu pai, à porta do Ateneu. Coragem para a luta.”
Sim, uma luta sem tréguas que o mercado impõe aos que se arriscam sem o devido preparo. É necessário coragem para enfrentar os desafios e barreiras do dia-a-dia. No início um grande desejo de sucesso. Com o passar do tempo e as dificuldades, o mesmo desejo varia e se torna uma frustração. Muitos não continuam a jornada, seja por falta de ambição, oportunidades e preparo educacional. Os poucos que ousam em seguir caminhando se enchem de esperança e encontram no conhecimento o preparo para o momento.
Depois, com as transformações e novas necessidades sociais, esse mesmo mercado promove mais um cambio e nosso aluno terá que se preparar para mais um desafio. Mas, desta vez, consciente que somente pela busca insistente de conhecimento essa jornada será possível.
O escritor Raul Pompéia imortalizou esse momento:“Feita a compensação dos desejos que variam, das aspirações que se transformam alentadas perpetuamente do mesmo ardor, sobre a mesma base fantástica de esperanças, a atualidade é uma.”
Será que essa estrada do aprendizado terá um fim, um dia? Acredito que não. Pois se quisermos compreender o que se passa ao nosso redor, não poderemos mais parar de buscar o conhecimento. E ainda digo mais. Mesmo nos últimos dias de vida, iniciaremos um novo aprendizado, afinal, não sabemos se existe vida após a morte. Você sabe?
Sim, uma luta sem tréguas que o mercado impõe aos que se arriscam sem o devido preparo. É necessário coragem para enfrentar os desafios e barreiras do dia-a-dia. No início um grande desejo de sucesso. Com o passar do tempo e as dificuldades, o mesmo desejo varia e se torna uma frustração. Muitos não continuam a jornada, seja por falta de ambição, oportunidades e preparo educacional. Os poucos que ousam em seguir caminhando se enchem de esperança e encontram no conhecimento o preparo para o momento.
Depois, com as transformações e novas necessidades sociais, esse mesmo mercado promove mais um cambio e nosso aluno terá que se preparar para mais um desafio. Mas, desta vez, consciente que somente pela busca insistente de conhecimento essa jornada será possível.
O escritor Raul Pompéia imortalizou esse momento:“Feita a compensação dos desejos que variam, das aspirações que se transformam alentadas perpetuamente do mesmo ardor, sobre a mesma base fantástica de esperanças, a atualidade é uma.”
Será que essa estrada do aprendizado terá um fim, um dia? Acredito que não. Pois se quisermos compreender o que se passa ao nosso redor, não poderemos mais parar de buscar o conhecimento. E ainda digo mais. Mesmo nos últimos dias de vida, iniciaremos um novo aprendizado, afinal, não sabemos se existe vida após a morte. Você sabe?
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Porta da Esperança

Olá, meus amigos.
Iniciamos nosso Fórum sobre a educação no Brasil. Como base estamos avaliando os números do Censo Escolar de 2005 (pesquisa promovida no ano de 2003 a 2004). Não vamos levar em conta os números divulgados, pois estamos em 2010 e os Governos Federal, Estadual e Municipal já promoveram ações sociais que garantem, pelo menos na matricula, os alunos nas escolas do ensino fundamental. No texto apresentado existem tópicos que você pode explorar. Eu estou optando pelo processo continuado da educação. Vamos a ele.
Acredito que o numero de alunos matriculas tende a crescer a cada ano. As classes menos favorecidas já entendem que a educação, ou seja, o aprendizado visando uma profissão, é um dos caminhos para vencer as difíceis condições de vida. A outra, infelizmente é a criminalidade. Lugar de criança é na escola e os governantes criaram benefícios como o bolsa família, que obrigatoriamente os filhos estejam matriculados em escolas públicas. No Rio de Janeiro e em outros Estados as famílias contam com um cartão de transporte coletivo gratuito para os alunos matriculados na rede pública (RIOCARD), por exemplo. Assim o número de alunos matriculados até o dia de hoje é bem superior ao do Censo 2005.
Mais alunos na escola mais investimentos governamentais na educação, ou deveria ser assim. Afinal os reflexos no mercado educacional são imediatos. Mais alunos matriculados no ensino fundamental significa, mais escolas de nível médio no seu Estado, para suprir a demanda crescente, o que gera a contratação de mais professores e construções de instituições no setor tecnológico e tradicional. E assim a bola de neve tende a crescer e chegar até a universidade.
Sabemos que para ingressar na universidade pública os alunos oriundos do ensino do mesmo segmento tem poucas chances, já que a média para o ingresso é acima de oito. Esse aluno tende a buscar faculdades e universidades particulares, compatíveis com o orçamento familiar. Trocando em miúdos, os alunos menos favorecidos buscam ascensão profissional e financeira. Sabem que o ensino superior pode abrir essas “portas da esperança”, tanto no seguimento presencial como no distância.
As instituições de ensino superior estão se preparando para absorver essa demanda?
Estão se adequando ao um novo perfil de aluno, com mais necessidades de aprendizado e adaptação ao ambiente educacional?
E você, caro aluno. Quem questionamento nos indica a partir da leitura do Censo Educacional de 2005?
Já dei o ponta pé inicial. Aguardo sua critica ou sugestão temática.
Agora é com vocês!
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