Em Marketing procuramos colher informações para detectar o problema mais emergentes de produtos, serviços e imagens corporativas. A solução se desenvolve a partir da principal dificuldade encontrada. Isso nos obriga pesquisar de forma explorativa o assunto e a cada descoberta um novo conhecimento é agregado na solução do problema e no seu aprimoramento. Em EAD o maior temor de possíveis candidatos, na minha opinião, e a questão da distancia do professor.
Criados em uma cultura onde a escola da Tia Ciata é o referencial de educação, e que educação dos bons tempos, a nossa e gerações a seguir, ainda discutem o paradigma da relação professor-tutor e aluno a quilômetros de distância. Interessante é que não se discute a questão dos conteúdos ou avaliações com a mesma intensidade. O maior temor é como ser conduzido por um ser humano que não se conhece. Será que o tutor é assim como está na foto? Entre outros.
Então, acredito que o problema inicial, o mistério de como interagir, motiva o aluno a ler os textos com mais critério. Se dedicar mais as atividades e participação em fóruns. Procura ganhar a simpatia e atenção do tutor.
Com o passar do tempo e com a constante presença do tutor no AVA o educando se sente mais seguro e motivado a participar ativamente, perdendo assim o medo inicial.
Sintetizo o pensamento com base na frase: “distância não tem sentido estritamente físico-geográfico, mas fundamentalmente relacional, afetivo, comunicacional” . Por temer o desconhecido, o ser humano cria barreiras e não se desprende daquilo que já conhece. Procura acreditar em cometários negativos do que checar os positivos.
Para formar uma ideia sobre ou fato ou pessoa temos a obrigação de conhecer e nos aprofundar, para então, expor uma opinião concreta.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Pede pra não nascer
A questão AVALIAÇÃO já nasce com todos nós. Somos avaliados pelos médicos para sabermos se seremos normais ou não. Quando ainda no berçário iniciamos um outro processo, o de EXPLORAR o entorno e assim adquirimos os primeiros conhecimento de mundo, ao alcance das mãos e com o mimo dos pais que acham “bonitinho” o que tentamos fazer.
Depois na educação familiar, voltamos a ser avaliados pelos nossos atos, conceitos familiares e dogmas religiosos. Recebemos elogios se seguirmos sem questionar ou se exploramos novos rumos recebemos o castigo pois não somos exatamente como nossos pais querem.
Com o passar do tempo somos avaliados pela cor da pele, pela posição social, pelos grupos que frequentamos e pelo próprio grupo social. Ser “ariano” e politicamente correto ou ser castigado pelas diferenças?
Depois chegamos a escola e “da-lhe” avaliação conceitual, moral e social. Eu finjo que estudo e o professor finge que ensina. O castigo da nota é implacável com aqueles que não reproduzem os conhecimentos, que questionam e querem transcender a mesmice explorando outros conhecimentos. Feliz é aquele que segue as regras, escuta pacientemente e “saca” belas notas 10.
Nos formamos e mais uma vez somos avaliados pelo mercado de trabalho, muito cruel, é verdade, mas faz parte do contexto. O mercado absorve um sujeito multifacetado, que explora sua criatividade, participativo e capaz de qualificar-se constantemente, mas esquece de cobrar tal perfil aos seus chefes de departamentos. O castigo é a demissão, do funcionário que faz uso dos diferentes conhecimentos que adquiriu.
Envelhecemos e, como tudo na vida possui um ciclo, procuramos explorar novos desafios, novas fronteiras, quebramos velhos paradigmas, mas os mais novos não entendem e nos rotulam de “velhos gagás”. O asilo da falta de compreensão nos espera.
Ao baixarmos sepultura, em tese, chega nossa última avaliação, ou seja, somos dignos de adentrar o Reino dos Céus ou cair nos braços de Satanás. Será que não poderemos explorar o novo mundo espiritual? Ou temos que aceitar as formas dogmáticas existentes?
A avaliação é a nossa segunda pele ou consciência ativada pelo meio social. Ao explorar nossas potencialidades, corremos o risco de receber rótulos por parte dos professores, por exemplo. O tutor é um constante avaliador, porem, bem próximo do que podemos chamar de ideal. O tutor nos acompanha conceitualmente, nos norteia no ambiente virtual de aprendizagem e nos conduz a desabrochas nossas potencialidades. Regado é claro, de muita paciência, tato, percepção social e conhecimento conceitual. Uma avaliador/construtor, por que não? Seremos sempre avaliados, mas o que você vai fazer com o resultado pode ser um grande diferencial.
Não quero ser radical, mas se não quiser ser avaliado, bem, pede para não nascer.
Depois na educação familiar, voltamos a ser avaliados pelos nossos atos, conceitos familiares e dogmas religiosos. Recebemos elogios se seguirmos sem questionar ou se exploramos novos rumos recebemos o castigo pois não somos exatamente como nossos pais querem.
Com o passar do tempo somos avaliados pela cor da pele, pela posição social, pelos grupos que frequentamos e pelo próprio grupo social. Ser “ariano” e politicamente correto ou ser castigado pelas diferenças?
Depois chegamos a escola e “da-lhe” avaliação conceitual, moral e social. Eu finjo que estudo e o professor finge que ensina. O castigo da nota é implacável com aqueles que não reproduzem os conhecimentos, que questionam e querem transcender a mesmice explorando outros conhecimentos. Feliz é aquele que segue as regras, escuta pacientemente e “saca” belas notas 10.
Nos formamos e mais uma vez somos avaliados pelo mercado de trabalho, muito cruel, é verdade, mas faz parte do contexto. O mercado absorve um sujeito multifacetado, que explora sua criatividade, participativo e capaz de qualificar-se constantemente, mas esquece de cobrar tal perfil aos seus chefes de departamentos. O castigo é a demissão, do funcionário que faz uso dos diferentes conhecimentos que adquiriu.
Envelhecemos e, como tudo na vida possui um ciclo, procuramos explorar novos desafios, novas fronteiras, quebramos velhos paradigmas, mas os mais novos não entendem e nos rotulam de “velhos gagás”. O asilo da falta de compreensão nos espera.
Ao baixarmos sepultura, em tese, chega nossa última avaliação, ou seja, somos dignos de adentrar o Reino dos Céus ou cair nos braços de Satanás. Será que não poderemos explorar o novo mundo espiritual? Ou temos que aceitar as formas dogmáticas existentes?
A avaliação é a nossa segunda pele ou consciência ativada pelo meio social. Ao explorar nossas potencialidades, corremos o risco de receber rótulos por parte dos professores, por exemplo. O tutor é um constante avaliador, porem, bem próximo do que podemos chamar de ideal. O tutor nos acompanha conceitualmente, nos norteia no ambiente virtual de aprendizagem e nos conduz a desabrochas nossas potencialidades. Regado é claro, de muita paciência, tato, percepção social e conhecimento conceitual. Uma avaliador/construtor, por que não? Seremos sempre avaliados, mas o que você vai fazer com o resultado pode ser um grande diferencial.
Não quero ser radical, mas se não quiser ser avaliado, bem, pede para não nascer.
Como você se comporta consumidor?
No curso de Marketing de Varejo do Senac-Rio estamos discutindo o Comportamento do Consumidor. Para traçar o perfil utilizamos como base a pirâmide de Maslow que nos ajuda a reconhecer as necessidades ou desejos por um determinado produto ou serviço. Sabemos que cada um de nós possui necessidades como auto-realização, de status, de fazer parte de um grupo, de segurança (emprego, casa própria....) e a famosa necessidade fisiológicas. Calma, não é isso que estas pensando. Escrevo sobre comer, beber e até ir ao banheiro, pronto escrevi e atendi sua necessidade humorística.
Definimos dois tipos clássicos de target alvo. Os clientes finais ou público-alvo final são compradores conscientes (sabem o que estão levando) e os consumidores estimulados, que adquirirem determinado produto ou serviço, seja por necessidade, modismo ou induzido por competentes campanhas publicitárias. As pesquisas apontam várias formas de ação de compra. Em uma delas o consumidor o produto está ao alcance dos seus olhos, como diante de uma gondola de supermercado, por exemplo. Em período de Copa do Mundo e a Seleção Brasileira já classificada para as oitavas de final cria-se um clima de consumo inevitável para o mercado. O Varejista acredita que o torcedor vai adquirir mais camisas da seleção, por exemplo, mesmo que já possua uma, seja antiga ou de cor amarela. No caso em questão, esse mesmo consumidor se sentirá atraído pelo novo modelo de camiseta da seleção ou vai buscar uma de cor azul. Afinal, seja em bares ou logradouros preparados para assistir aos jogos do Brasil, todos estarão uniformizados, então, como ficar fora desse contexto?
O comprador consciente possui uma base de informação solida (encarte, propaganda, internet....) e só promove a ação de consumo quando já possuiu a certeza de onde comprar, como comprar, a que preço e como se desenvolve o processo de pós-venda. Mas acredito que o consumidor estimulado não seja tão diferente assim em suas ações de consumo, já que a informação circula amplamente.
No seu ramo negócio como se comporta o consumidor? E você, como se comporta no momento que está diante de uma boa promoção?
Definimos dois tipos clássicos de target alvo. Os clientes finais ou público-alvo final são compradores conscientes (sabem o que estão levando) e os consumidores estimulados, que adquirirem determinado produto ou serviço, seja por necessidade, modismo ou induzido por competentes campanhas publicitárias. As pesquisas apontam várias formas de ação de compra. Em uma delas o consumidor o produto está ao alcance dos seus olhos, como diante de uma gondola de supermercado, por exemplo. Em período de Copa do Mundo e a Seleção Brasileira já classificada para as oitavas de final cria-se um clima de consumo inevitável para o mercado. O Varejista acredita que o torcedor vai adquirir mais camisas da seleção, por exemplo, mesmo que já possua uma, seja antiga ou de cor amarela. No caso em questão, esse mesmo consumidor se sentirá atraído pelo novo modelo de camiseta da seleção ou vai buscar uma de cor azul. Afinal, seja em bares ou logradouros preparados para assistir aos jogos do Brasil, todos estarão uniformizados, então, como ficar fora desse contexto?
O comprador consciente possui uma base de informação solida (encarte, propaganda, internet....) e só promove a ação de consumo quando já possuiu a certeza de onde comprar, como comprar, a que preço e como se desenvolve o processo de pós-venda. Mas acredito que o consumidor estimulado não seja tão diferente assim em suas ações de consumo, já que a informação circula amplamente.
No seu ramo negócio como se comporta o consumidor? E você, como se comporta no momento que está diante de uma boa promoção?
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